”Existem soldados e depois existem os snipers”, é este o principal slogan deste jogo de ação e tiros tático na primeira pessoa a cargo do estúdio City Interactive que nos deu o primeiro Ghost Warrior. É certo e sabido que a vertente sniper que incorpora nas centenas de FPS que por aí andam é aclamada e destaca por um forte segmento das suas devotas comunidades. Representam uma pausa de toda a intensidade dramática e cinematográfica que os FPS militares ostentam nos dias de hoje. Ao mesmo tempo servem para mostrar a perícia dos jogadores no acto de despachar inimigos nos competitivos online e de se tentarem destacar do resto no domínio de uma arma letal e mortífera, quando usada com astúcia.
Talvez por isso mesmo, Sniper regressa nesta sequela para tentar beneficiar da popularidade firme dos FPS militares e para tentar combinar com eficácia dois elementos extremamente importantes da sua essência: combinar todo um destaque para uma arma que força uma postura específica no campo de batalha e que somente surge numa ou outra missão no comum FPS (deixando aparentemente desejo para mais) com o mesmo tom cinematográfico e envolvente que séries como Call of Duty e Battlefield vão apresentando. Para tal foi ainda pedida a assistência ao motor CryEngine 3 para que visualmente este jogo estivesse ao mais alto nível e à altura das ambições do estúdio.
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